domingo, 1 de maio de 2011

DIA DO TRABALHO E A ESQUIZOFRENIA

Na vida contemporânea nossa relação com a Lei de Trabalho é tão esquizofrênica quanto com a saúde. Ambas são vitais tanto para a qualidade de vida quanto para a continuidade dela – é complicado demais viver sem saúde e sem trabalho; no entanto nossa insatisfação negativa detona tanto com a saúde quanto com o trabalho.

Nosso assunto é a comemoração do dia do trabalho.

Temos uma relação esquizofrênica com a Lei do Trabalho – desde pequenos somos formatados exclusivamente para a vida profissional, para o trabalho laboral; e sempre numa ânsia neurótica na busca dos melhores postos e da mais alta remuneração; não importa se gostamos ou não da atividade profissional; muito menos se temos os talentos e as habilidades necessárias; queremos empregos com muitas vantagens, regalias e privilégios; mas de preferência sem trabalhar; somos avessos a exercer direitos, pois dá um trabalho danado; obrigações e responsabilidade nem pensar.

Hoje a “Síndrome do Fantástico” vai estar com a corda toda – domingo á noite baixa a uruca e a energia coletiva vai lá prá baixo; pois, o inconsciente coletivo e o subconsciente pessoal avisam que amanhã é segundona braba; dia de encarar o serviço, o chefe, os pentelhos dos colegas. Segunda - feira dia 02 de maio de 2011; vixe a baixa de energia vai ser pior – dia de rezar muito ao levantar com o pé direito; pois muita gente já ficou pê da vida pelo fato do feriado cair num domingo – mas, o consolo é que no ano que vem cairá numa segundona. Diz o bom senso que amanhã é melhor “boiar”, deixar o dia passar, evitar tomar decisões contundentes.

De volta ao assunto: dia do trabalho - nossas comemorações são prá lá de esquizóides. Tal e qual na data de aniversário; festejos religiosos ou culturais – o momento deveria ser aproveitado para reflexão e não apenas para detonar com a saúde – afinal junto com a Lei de Amor e de Justiça a Lei do Trabalho é uma das mais importantes do progresso evolutivo. Até não há Amor sem trabalho – quando você ama algo ou alguém: cuida, trabalha pelo objeto do seu amor.

Vamos brincar de refletir, pensar a respeito do verdadeiro significado do dia do trabalho.

“A cada um segundo suas obras” - afirmou um grande Empreendedor Cósmico:

O que somos hoje é uma construção baseada na Lei do trabalho edificada na rocha das Leis Divinas ou nos areais da ilusão dos sentidos.
A visão de mundo já adquirida por cada um determina como evoluir. Hoje no planeta temos seres que persistiram pela aversão ao trabalho em continuar na idade da pedra; ao lado de outros que se encontram mais à frente; questão de livre-arbítrio – e de trabalho.

É preciso que nos capacitemos - O progresso é gradual:

Nada de concursos cósmicos para herdar privilégios que não conquistamos nem milagres, soluções mágicas, propinas, conchavos, nomeações – na empresa universal nada disso funciona.
A Lei do Trabalho que conduz ao progresso é incorruptível: sob a ação do tempo descobrimos e ampliamos talentos, vida após vida. Percebe-se isso já ao nascer; cada um traz consigo tendências, talentos, carências, viciações, aptidões, limitações, propensão para certas atitudes; adentramos na existência com uma bagagem pessoal conquistada com trabalho sob a supervisão do tempo. Nosso currículo estelar interage com o meio ambiente e, sob o comando do pensar – sentir - agir do presente determina a qualidade da experiência evolutiva – melhoramos o currículo ou o pioramos.

A Lei do Trabalho está associada aos Ciclos de tempo:

Para entender a ação dessa parceria nas ocorrências do cotidiano; não se pode perder de vista o encadeamento gerado pela Lei de Causa e Efeito.
Boa parte dos problemas com o trabalho de hoje, são conseqüência das escolhas do ontem tardio ou imediato: trabalhador “enrolão” de hoje desempregado em breve; e assim por diante; por isso, é preciso cuidado ao efetuar escolhas, até porque, nesta dimensão a percepção do tempo é subjetiva. Exemplo: conseqüências prazerosas passam rápido, as dolorosas demoram a eternidade. Trabalhadores que mentem a respeito de doenças, morte de familiares, para emendar feriados; os que inventam doenças para se aposentar e pior os que se mutilam – podem fingir que não sabem; mas acabaram de entrar para a lista negra da Lei de Causa e Efeito.
Tal e qual na doença: na busca da cura do salário defasado, do chefe psicótico, da falta de mordomias...; todos nós queremos resultados para ontem. Nas doenças profissionais que foram construídas lentamente; nós desejamos que elas num passe de mágica resolvam-se - e complicamos a cura apenas bloqueando sintomas com auxílio desemprego e congêneres.

Interatividade:

Todas as lições da escola Terra são desenvolvidas no trabalho em grupo.
Esta lei limita e ordena nossa liberdade. Influenciamos e somos influenciados em todos os níveis do existir e, nessa interação constante e contínua aprendemos a usar a nossa sem trombar com a do outro. Daí o alerta de Jesus: “Só faças aos outros; o que gostarias que te fizessem”; se o atendermos, logo a vida torna-se alegre e saudável. Hoje chefe amanhã subordinado – aprontou com o outro; depois não adianta reclamar.

Hoje é um dia para profunda reflexão.

Lei de Trabalho e Justiça:

Vida é movimento, conseqüentemente não há vida onde não haja movimento que se manifesta como atrito, esforço, luta e trabalho; e como não pode existir vida sem trabalho, na sua ausência nenhuma faculdade ou qualidade se desenvolve; e sem ele a inteligência do homem não sairia da condição de infância, por outro lado nenhum esforço é feito em vão, cada qual carrega consigo mesmo seu progresso já conquistado arquivado no inconsciente.

Para os aposentados:
Hora de rever o mérito dos ganhos quanto ao trabalho laboral executado.
Quanto ao trabalho da evolução: hora de trabalhar mais ainda...

Para nós crianças cósmicas: o livre arbítrio e a lei do Trabalho foram os dois “presentes de grego” que Deus nos deu...

Bom final de dia do trabalho.

Feliz segundona.

Namastê.

sexta-feira, 25 de março de 2011

0000000000000000 – EU SOU


O SER DESCARTÁVEL

A sensação de ser um monte de zeros á esquerda na matemática da vida; uma ocorrência descartável no teorema da Criação;.

A percepção de que sem nós o mundo continua; é uma das fases mais interessantes da evolução humana.
Sou importante; mas não sou nada.

Nasci no local da foto. O que resta dele?

De que forma estamos resolvendo essa equação?

domingo, 20 de março de 2011

EFEITOS DA GLOBALIZAÇÃO NA INTIMIDADE E NAS RELAÇÕES

Mesmo sendo um fenômeno decorrente do uso dos recursos financeiros a serviço do capitalismo; é inegável que o mundo virou um quintal e que hoje de certa forma somos todos vizinhos – As relações com a vizinhança são, quer queiramos ou não, bem próximas e nem sempre amistosas; devido ao conflito de interesses; mesmo os que deveriam ser comuns; exceto nos momentos de graves problemas.
O que estamos assistindo nos países do oriente é decorrente, dentre outras coisas, da globalização da informação. A insatisfação pessoal gerando uma crise que se estende aos outros, provocando mudanças sociais e políticas.

A globalização tornou-se um treinamento intensivo de relações humanas mais claras e corretas:

Numa primeira fase, o bicho vai pegar, pois a aceleração fez com que as pessoas perdessem parte de suas defesas psicológicas, deixando mais à mostra suas verdades íntimas. Que as obriga a perceber a natureza das interações pessoais recíprocas e da vida em grupo, de forma cada vez mais rápida. Cada vez mais de-pressa vamos perceber a necessidade de sair do conceito: meu interesse - para o conceito: nosso. Não faz mal que será ás custas da implosão dos desejos e dos interesses pessoais.

Na vida nada se perde; tudo se transforma; para melhor - mesmo que como conseqüência, como efeito rebote: a interatividade acelerada intensifica uma qualidade humana que é o amor a si mesmo; mas que uma vez exacerbado, numa primeira fase, gera o egoísmo; que às vezes é vitaminado pelo orgulho. Isso traz sofridos problemas e até doenças; mas, ao mesmo tempo encaminha para soluções; pois quando somos atirados de encontro a nós mesmos (depressão; pânico; angústia); nós nos saturamos de egoísmo nos sentimos insatisfeitos com os efeitos que ele gera na nossa vida e no nosso sentir-se; e então, nós buscamos alívio e conforto na solidariedade. Como diz o ditado: “se não vai pelo amor, vai pela dor”...

Para atenuar os efeitos da globalização nas pessoas, é preciso estimular a redução ativa (vontade própria) das defesas psicológicas de cada um.

A redução das “couraças ou esconderijos psicológicos” pode ser acelerada sob controle quando nos conhecemos e aceitamos. Executar isso é urgente e necessário, e pode ser feito de graça ao criarmos o diálogo entre os membros da família (um tipo de terapia de grupo); da vizinhança, da sociedade.

A cada dia está mais fácil engajar as pessoas para trabalhar em prol do grupo familiar; pois hoje quer queira quer não cada membro de uma família está sendo empurrado pelas dificuldades e pela sensação de solidão; para uma maior aceitação de si mesmo e dos outros que com ele convivem como um todo: emotivo, intelectual e físico.

Não importa que a “cola” que vai unir a maioria das pessoas, a família e a sociedade sejam da marca CRISE cujos concorrentes são DESASTRE; DOENÇAS ESTRANHAS; CATÁSTROFE...

Continua.
http://americocanhoto.blogspot.com
http://saudeoudoenca.blogspot.com

Namastê.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

NÃO ABRA A BOCA PARA HOSTILIZAR

Hostilizar jamais:

Mesmo sem recursos ou tempo para pensar e trabalhar pela paz; jamais devemos abrir a boca para hostilizar; quem quer que seja.

A vida já se tornou complicada; sem inimigos declarados ou não.
Buscar culpados para justificar as próprias incapacidades; é a arma dos medíocres.
Se não soubermos o que fazer: façamos cara de paisagem...
(ESPECIALMENTE NO TRABALHO).

sábado, 29 de janeiro de 2011

REVIDAR E FERIR

Mesmo que nos firam; por descuido; ou por desejo.
É da boa política, ser ameno no falar.
E paciente no ouvir.
Antes de reagir; não custa pensar.

Essa atitude simples nos leva a agir.

Namastê.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A QUALIDADE HUMANA É OBJETIVA OU SUBJETIVA?



Esta é uma pessoa comum!

Pessoas comuns ou que se conduzem segundo um senso comum são pobres em qualidade?

Quem garante?
A subjetividade do conceito de qualidade sofre também a intervenção emocional do agente qualificador.
Por exemplo, um indivíduo momentaneamente, de mal consigo mesmo, encontra-se em estado de irritabilidade, fazendo uma refeição num restaurante onde já comeu outras vezes considerado como de bom padrão de qualidade. Naquele dia, pode sentir-se incomodado por um garçom extremamente solícito e, sua irritação o leva a interpretar a atitude do profissional naquele momento, como inconveniente e inadequada, sentindo-se na ocasião mal atendido; daí pode estender seu mau humor à apreciação da refeição. Caso seja uma pessoa guiada pelo senso normal pode até tornar-se um maledicente.

Evidente que analisamos a qualidade de uma pessoa segundo nosso momento ou influenciados por padrões de qualidade ditados por ícones.

Um grande Mestre nos ofereceu uma dica cósmica para avaliar o quesito qualidade:
“A árvore se conhece pelos frutos”. (Jesus).

Avaliação de qualidade começa pelo conhecimento de nós mesmos...

Pegando carona na imagem.
Mesmo em locais de padrão de qualidade fora do normal.
Que direção escolher?

Namastê.

domingo, 16 de janeiro de 2011

EXPECTATIVA DE QUALIDADE



Nosso assunto é qualidade pessoal.

Depende das qualificações anteriores do indivíduo ou do objeto analisado.

Assim; por exemplo, pais de vários filhos, esperam notas de desempenho escolar concordantes com as qualificações de desempenho e possibilidades individuais pré-determinadas.

Para um determinado filho, determinada nota é considerada baixa, já para outro a mesma nota é considerada de boa qualidade.
Além disso, em virtude da carência no conhecimento e na percepção de nós mesmos; costumamos esperar dos outros um padrão de qualidade diferente do que esperamos para nossa pessoa.

Como trabalhar a expectativa de qualidade – tanto em nós quanto nos outros?