sábado, 29 de janeiro de 2011

REVIDAR E FERIR

Mesmo que nos firam; por descuido; ou por desejo.
É da boa política, ser ameno no falar.
E paciente no ouvir.
Antes de reagir; não custa pensar.

Essa atitude simples nos leva a agir.

Namastê.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A QUALIDADE HUMANA É OBJETIVA OU SUBJETIVA?



Esta é uma pessoa comum!

Pessoas comuns ou que se conduzem segundo um senso comum são pobres em qualidade?

Quem garante?
A subjetividade do conceito de qualidade sofre também a intervenção emocional do agente qualificador.
Por exemplo, um indivíduo momentaneamente, de mal consigo mesmo, encontra-se em estado de irritabilidade, fazendo uma refeição num restaurante onde já comeu outras vezes considerado como de bom padrão de qualidade. Naquele dia, pode sentir-se incomodado por um garçom extremamente solícito e, sua irritação o leva a interpretar a atitude do profissional naquele momento, como inconveniente e inadequada, sentindo-se na ocasião mal atendido; daí pode estender seu mau humor à apreciação da refeição. Caso seja uma pessoa guiada pelo senso normal pode até tornar-se um maledicente.

Evidente que analisamos a qualidade de uma pessoa segundo nosso momento ou influenciados por padrões de qualidade ditados por ícones.

Um grande Mestre nos ofereceu uma dica cósmica para avaliar o quesito qualidade:
“A árvore se conhece pelos frutos”. (Jesus).

Avaliação de qualidade começa pelo conhecimento de nós mesmos...

Pegando carona na imagem.
Mesmo em locais de padrão de qualidade fora do normal.
Que direção escolher?

Namastê.

domingo, 16 de janeiro de 2011

EXPECTATIVA DE QUALIDADE



Nosso assunto é qualidade pessoal.

Depende das qualificações anteriores do indivíduo ou do objeto analisado.

Assim; por exemplo, pais de vários filhos, esperam notas de desempenho escolar concordantes com as qualificações de desempenho e possibilidades individuais pré-determinadas.

Para um determinado filho, determinada nota é considerada baixa, já para outro a mesma nota é considerada de boa qualidade.
Além disso, em virtude da carência no conhecimento e na percepção de nós mesmos; costumamos esperar dos outros um padrão de qualidade diferente do que esperamos para nossa pessoa.

Como trabalhar a expectativa de qualidade – tanto em nós quanto nos outros?

sábado, 15 de janeiro de 2011

DO QUE DEPENDE O PADRÃO DE QUALIDADE PESSOAL?



Na vida contemporânea fala-se muito em certificação do padrão de qualidade. Ditar se ela é superior ou inferior seja de uma pessoa ou de um produto depende do momento, da situação e é individual.

Para que o processo seja confiável:

Algumas variáveis necessitam ser avaliadas.

O que está sendo qualificado?
Quem é o qualificador?
Que normas ou critérios estão sendo usados?
Onde e quando está ocorrendo a qualificação?
Que exigências e expectativas precisam ser satisfeitas?

Nestes bate papos o que nos interessa é a discussão a respeito da qualidade pessoal que implica na qualidade profissional.

O que caracteriza uma pessoa de boa qualidade?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A NECESSIDADE FAZ A QUALIDADE?



Criamos um espaço interativo para que aspectos ligados á vida profissional sejam debatidos á luz da visão de mundo de cada um dos interessados.

A bola da vez desta fase é o conceito: QUALIDADE.

Inserido no mecanismo subjetivo interpretativo, muitas vezes, a necessidade faz a qualidade.

E, usando do exemplo alimentar; nós observamos muitas vezes, que a fome transforma alimentos triviais em verdadeiros manjares dos deuses, como normalmente ocorre numa pescaria, num acampamento, etc.

Sem concorrência diminui a necessidade de qualidade?

Produtos cubanos e os antigos chineses eram pobres em qualidade?
Motivo?

sábado, 8 de janeiro de 2011

MERCADO DA AUTO-ESTIMA

O amor a nós mesmos deve ser sóbrio e equilibrado, para isso deve estar assentado nos cuidados íntimos e no desejo de amar ao próximo.

A auto-estima ou amor a nós mesmos não pode ser uma sensação que brota apenas quando as coisas correm bem, quando tudo dá certo. Esse comportamento nos leva com rapidez ao narcisismo e dá uma ressaca moral incrível.

A auto-estima alimentada apenas pelos momentos felizes nos torna pessoas egocêntricas e orgulhosas; nessa situação, os outros se aproximam de nós movidos apenas por interesses momentâneos, e na primeira oportunidade nos abandonam.

Provamos o amor a nós mesmos quando superamos dificuldades com tranqüilidade e soberania emocional.
Nos momentos em que ninguém dá nada por nós e que devemos provar a nós mesmos nosso valor.
Em silêncio, na intimidade de nossas reflexões sem fazer alarde de nossas derrotas nem de nossas conquistas. Isso nos torna pessoas fortes. E, só os fortes são capazes de amar verdadeiramente a si mesmos.

O amor próprio não é orgulho nem prepotência; é um sentimento construído passo a passo assentado na consciência do dever bem cumprido.

Nas prateleiras do mercado da vida, há auto-estima, de todas as cores, tamanhos, preços e para todo tipo de gosto.

Cuidado com as em promoção.

Namastê.